Colecistectomia Aberta versus Laparoscópica no Sistema Único de Saúde Brasileiro: Evolução e Panorama Atual

Autores

  • Victor Andrade De Araújo Graduando do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza
  • Carlos Magno Queiroz Da Cunha Graduação em Medicina pela Universidade de Fortaleza
  • Thaís Barroso Vieira Costa Graduando do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza
  • Davi Lucena Landim Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará
  • Matheus Facó Jesuíno Simões Graduando do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza
  • Francisco Julimar Correia De Menezes Cirurgião e Docente do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza

Palavras-chave:

Colecistectomia, Doenças Biliares, Epidemiologia

Resumo

O atual trabalho tem como objetivo investigar o panorama atual das colecistectomias no Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro. Para tal, foram analisadas as quantidades bruta e proporcional por região geográfica do País das colecistectomias abertas e videocirúrgicas no SUS, a média de permanência de internação dos pacientes, os custos de internação e mortalidade. Dados foram analisados utilizando o teste de Qui quadrado por meio do programa IBM SPSS v.22. No SUS ainda há um predomínio da abordagem laparotômica frente à laparoscópica, diferença de 27,46%, mas com aumento de 43,77% no número de cirurgias por vídeo e uma diminuição global de 0,34% nas laparotomias. A utilização da videocirurgia foi maior na região Sudeste (53,39%) seguido da região Sul 21,22%). A via por vídeo correspondeu a 36,84% do custo total das colecistectomia, apresentando custo médio de R$ 900,98, frente à cirurgia aberta, com R$ 875,05. Com base nos resultados apresentados, é importante a disseminação da colecistectomia videolaparoscópica, bem como ampliar a capacitação dos centros que praticam tal abordagem.

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Publicado

2019-10-22